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Caminhonete, D-20, ocupada com sacas de castanha de caju.
O movimento na feira da castanha de caju, nesta sexta-feira, 16/09, em Vila Nova do Piauí, foi reduzido, se comparado com as anteriores.
Nossa produção indagou de um comerciante sobre o valor do quilo do produto, o mesmo respondeu que está comprando a R$ 1,40. Como a lei do mercado obedece à teoria de Adam Smith, a da oferta e da procura, perguntamos se a redução do produto no mercado não propiciaria o aumento do preço. Novamente respondeu e disse que 'não'. “A questão é porque pagamos uma alta carga tributária. São cobrados pela
SEFAZ-PI, 18% (dezoito por cento) de ICMS. Enquanto no Ceará o tributo é de apenas 5%. Por isso, no momento, não há condições de comprarmos num valor maior do que este”, afirmou, Moisés Ramos.
Mesmo com a queda na colheita, observamos várias sacas expostas para a venda. Como registramos na foto, abaixo.
Imagem: prof. Francisco de Assis Sousa
Sacas de castanha empilhadas na feira.
Sobre a alta cobrança do imposto, como diria o caboclo, fazemos a seguinte observação: o Estado quanto mais ‘desgraçado, miserável”, mais corrupto. O que justifica esta alta taxação sobre o quilo da castanha? Onde está a sua aplicação? Deve está na saúde, já que o piauiense goza de pleno zelo pelo Estado quando se trata deste setor.
Pegando umas palavrinhas emprestadas do lendário Ariano Suassuna, autor da peça, O Auto da Compadecida, rogamos “que Deus interceda-se por nós, seus filhos, para que os mesmos sejam bem acolhidos no reino do céu". Amém!
Fonte: produção da coluna
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